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Formação esportiva do Sesi-SP vai atender 700 crianças e adolescentes em Orlândia

Parceria com a prefeitura e indústria local propicionará a pratica de esportes como futsal, handebol, natação e vôlei

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), a prefeitura de Orlândia e a fabricante de terminais eletrônicos Intelli oficializaram nesta quinta-feira (03/04) um convênio para o desenvolvimento de potenciais atletas na cidade. A cerimônia contou com a presença do presidente do Sesi-SP, Paulo Skaf, da prefeita de Orlândia, Flávia Mendes Gomes e representante da indústria Intelli.

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Paulo Skaf assina convênio para formação esportiva na cidade de Orlândia, interior de São Paulo. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

O diretor da Divisão de Esportes e Qualidade de Vida do Sesi-SP, Alexandre Pflug, relembrou que o município de Orlândia foi o primeiro no estado a assinar convênio com o Programa Atleta do Futuro (PAF) do Sesi-SP. “Deixou a metodologia há quatro anos, mas hoje estamos aqui retomando essa parceria”.

O PAF vai atender, na cidade, 700 crianças e adolescentes de seis a 14 anos, oferecendo treinamentos em futsal, handebol, natação e vôlei.

Todo esse trabalho será possível graça a união de esforços: o Sesi-SP contribuindo para formação esportiva treinando professores do município e aplicando a metodologia esportiva da instituição; a Intelli arcando com o custo dos uniformes  e da alimentação; e a Prefeitura oferecendo o espaço para a prática esportiva.

“Tenho certeza que vamos criar oportunidades para os nossos jovens e crianças de formação não só esportiva, mas formação pessoal, de caráter, física, psicológica, e a gente precisa dar esse apoio”, afirmou a prefeita Flávia Mendes.

A equipe de rendimento de polo aquático do Sesi-SP, com base em Ribeirão Preto, também participou da cerimônia de assinatura do PAF em Orlândia.

Campeões do PAF

Gabriel Sojo tem 16 anos e ganhou, na semana retrasa (19 a 23), o Campeonato Brasileiro Sub-17 de Polo Aquático. Ele é atleta de rendimento do Sesi-SP e conheceu a modalidade em 2011, pelo Programa Sesi-SP Atleta do Futuro (PAF).

“Eu comecei a fazer polo, mas não queria muito. Eu achava meio estranho, mas minha me obrigou. Ela achava que era bom para a saúde”, contou Gabriel.

Ele é de Ribeirão Preto e junto com outros colegas que também conheceram o polo aquático por meio do PAF, eles formam o primeiro time da cidade.

“Eu fazia judô desde os quatro anos, mas comecei a fazer [polo aquático] e fui me apaixonando”, completou Gabriel. Seu título mais importante foi conquistado recentemente na disputa nacional. O Campeonato Brasileiro Sub-17 de Polo Aquático aconteceu entre 19 e 23 de março.

Felipe Sacre, de 18 anos, começou polo aquático pelo PAF no final de 2008. Ele lembrou que sua conquista mais importante foi logo no seu início no esporte. Na ocasião a conquista do título foi inesperada dada a falta de experiência do time.

“Campeonato importante foi o Paulista. Foi nosso primeiro e era um time no campeonato que ninguém tinha esperança”, disse Felipe.

Ele queria ser nadador, mas “surgiu o polo no Sesi-SP e como era um esporte de água eu fui”. O objetivo de Felipe é defender o esporte pelo Brasil. “Estamos nos desenvolvendo bem no país, acho que não nos sairíamos mal em um campeonato internacional”.

Assim como Felipe, o amigo dele é integrante do time de polo aquático de Ribeirão Preto.

Luiz Felipe Scarpini, 19 anos também queria seguir carreira na natação. “Desde os dois anos eu fazia natação, passei a treinar para isso”, contou. Mas se interessou pela modalidade por achar diferente. “Fui fazendo as aulas para experimentar, pegando gosto pela coisa e me desenvolvendo bem”, resumiu.