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‘Empreendedor deve estar sempre focado no que o cliente precisa’, ensina professor

Em sua palestra, Peter Bryant destacou a importância de saber aproveitar as oportunidades do mercado

Odair Souza, Agência Indusnet Fiesp, de Santo André

Novos empreendedores precisam focar nas oportunidades e no conceito de startups. A recomendação é do professor de empreendedorismo da IE Business School em Madri, Peter Bryant.

“O empreendedor deve estar sempre focado no que o cliente precisa e o que deve ser feito para atendê-lo”, disse Bryant ao participar, nesta quinta-feira (04/09), em Santo André, do 11º Congresso Estadual de Empreendedorismo do Núcleo de Jovens Empreendedores (NJE) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

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Bryant: “A visão do futuro nos permite escolher o que queremos adiante.” Foto: Everton Amaro/Fiesp


PHD pela Macquarie University, de Sidney, na Austrália, Bryant recomendou que o empreendedor leve em conta seis premissas: trabalho; liberdade para se tornar líder, inovar para mudar o mercado, ter visão de empresa com proporções globais, causar impacto no mundo por meio do empreendedorismo social, e equilíbrio entre a vida e o trabalho.

Para o palestrante, é por meio da observação do futuro que tudo se torna mais possível e mais presente. “A visão do futuro nos permite escolher o que queremos adiante. Com certeza, neste auditório, essa visão é a que todos pretendem ser um dia; empreendedores.”


Bolero de Ravel

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Guilhermo Santiago: a arte do impossível. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Outra palestra na abertura foi evento foi a “A Arte da inPOSSIBILIDADE”, do consultor Guilhermo Santiago. Ele procurou mostrar como é possível superar o impossível ao formar cinco grupos entre os cerca de 350 participantes e reger uma orquestra de garrafas de água pet, tendo como músicos a própria plateia.

Sob sua regência, os “músicos” tocaram os clássicos, Bolero de Ravel e a 9ª Sinfonia de Beethoven. “É algo que parece impossível, quando tomo atitude e busco esse recurso dentro de mim”, disse o “maestro”.

Santiago contou que se inspirou na palavra “tupi”, da tribo indígena tupi, com a qual conviveu durante dois anos.

“Eles acreditam que o nosso corpo é uma flauta e que, cada vez que a gente fala, essa flauta é tocada. Por isso, resolvi traduzir a arte da impossibilidade para o mundo corporativo e também na nossa ‘comum unidade’, de forma que cada um pudesse soar a ‘flauta’ da melhor forma possível e vencer o impossível.”

O 11º Congresso de Empreendedorismo continua nesta sexta-feira (05/09), em Santo André.