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Emerson Fittipaldi: é preciso união para ajudar o Brasil com o esporte

Presidente do Conselho Superior do Desporto da Fiesp foi um dos participantes da reunião com o Ministro do Esporte, na Fiesp

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

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Emerson Fittipaldi: esporte independe da política, da raça, da religião e do poder econômico. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Um encontro para a união para o futuro do esporte brasileiro. Assim definiu Emerson Fittipaldi sobre a reunião celebrada na manhã desta segunda-feira (31/03) na sede entidade, com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, e integrantes do Comitê da Cadeia Produtiva do Desporto (Code) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No encontro, o ex-piloto de Fórmula 1 e atual presidente do Conselho Superior do Desporto da Fiesp enfatizou a importância do esporte na vida das pessoas, principalmente nas comunidades onde jovens e crianças estão envolvidas com drogas e coisas erradas.

“Todos nós, nesta sala, temos a missão de levar futuro aos campeões e futuros atletas brasileiros e dar chance para que a tantos jovens, aqui no Brasil, possam entrar no esporte”, afirmou.

Fittipaldi comentou que, se quiser subir na tabela de classificação dos Jogos Olímpicos, o Brasil precisa dar chance a milhões de potenciais atletas nos próximos 20 ou 30 anos. “Meu sonho é que nas Olimpíadas de 2024, o Brasil esteja, pelo menos, na frente da Austrália, em termos de medalha e participação”, declarou.


Poder de transformação

“O esporte tem a força de mudar o mundo”. A frase de Nelson Mandela (1918-2013), líder da luta contra o apartheid e ex-presidente da África do Sul, foi relembrada por Emerson Fittipaldi durante o evento.

Segundo ele, essa mesma frase norteia a Laureus World Sports Academy, entidade que mantem projetos no mundo inteiro em comunidades sem condições financeiras para pratica do esporte.

“O esporte independe da política, da raça, da religião, do poder econômico. É uma coisa maravilhosa para os atletas. Por isso, acho que todos nós aqui temos que ajudar o Brasil com o esporte.”

Fittipaldi também criticou setores da imprensa que desvalorizam a realização da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos no Brasil.

“Nós sabemos historicamente que as chances de outra Olimpíada e Copa aqui no Brasil serão daqui a 60 anos. Temos que lutar para conseguirmos, até as Olimpíadas, pelo menos, mudar essa visão.”

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