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Em análise, Departamento da Construção da Fiesp defende pagamento de obras públicas

Segundo equipe de especialistas da Fiesp, construção é um dos setores mais afetados pela crise econômica no primeiro semestre do ano

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Em meio às incertezas que comprometem o planejamento do setor de construção, o setor privado amarga uma estagnação dos investimentos e a retração de suas atividades. A análise é do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo a equipe do Deconcic, o atraso nos pagamentos de obras públicas por parte do governo é um dos principais responsáveis pela recessão do setor.

“A reversão dessa situação é essencial para que a construção brasileira volte a crescer com o mesmo vigor de anos anteriores. Para isso, é urgente o acerto dos pagamentos atrasados e a criação de um novo ciclo de obras no país, a partir do aumento significativo nos investimentos destinados à infraestrutura econômica e desenvolvimento urbano nos próximos anos”, afirma a equipe de especialistas em nota.

O Deconcic comenta ainda o corte orçamentário anunciado recentemente pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa. A redução do orçamento deve chegar a R$ 69,9 bilhões, segundo Barbosa, e afeta principalmente o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e o Programa Minha Casa, Minha Vida, “ambos responsáveis pelo bom desempenho do setor nos últimos anos”.

“O ajuste também não traz boas perspectivas para a construção”, aponta o departamento. O artigo também traz propostas para alavancar o setor, algumas delas apresentadas no 11º Construbusiness, congresso realizado pelo Deconcic em março deste ano.

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.