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Benjamin Steinbruch fala dos presentes que São Paulo jamais ganhou

O vice-presidente da Fiesp elenca diversos fatores que fazem a principal cidade brasileira ficar atrasada em relação às megalópoles mundiais

Agência Indusnet Fiesp

No jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (14/01), o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Benjamin Steinbruch, destaca as várias carências que a maior cidade do país ainda enfrenta às vésperas de completar os seus 460 anos no próximo dia 25.

Ele afirma que não há justificativa para que os que os dois principais rios da cidade, o Tietê e o Pinheiros, continuem com o atual nível de poluição, citando exemplos de rios, como o Tâmisa (em Londres), o Sena (em Paris), o Reno (na Alemanha), o Cheong Gye Cheon e o Han (em Seul) e o Don (em Toronto), como provas de que a despoluição é algo difícil, porém possível, tanto financeira quanto tecnologicamente. “São Paulo jamais ganhou essa faxina, esse presente. Seus dois rios, nos quais a geração de nossos avós nadou e pescou no início do século 20, continuam sendo, em pleno século 21, dois esgotos a céu aberto, uma vergonha para todos nós”, lamenta.

Steinbruch também considera injustificável a falta de ligação do centro da cidade ao maior aeroporto do país, o de Cumbica, em Guarulhos, além da carência de creches e escolas para todas as crianças e adolescentes, hospitais e bom atendimento de saúde pública, segurança para a população que trabalha e muitos outros.

Steinbruch ressalta que a principal cidade do País merece muito mais atenção: “No dia do 460º aniversário da cidade, não tendo como oferecer a ela os presentes que mereceria ganhar, podemos apenas pedir desculpas. São Paulo, você não merece tanto descaso”.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo.