Conferência “Marca-País: Qual a vantagem competitiva?”

Marca-País Cátedra Globalização e Mundo Emergente Fiesp-Sorbonne

Agência Indusnet Fiesp

Dia 24 de março de 2015 se reuniram no Anfiteatro Turgot da Sorbonne, em Paris, empresários, acadêmicos e representantes do Brasil e da França para debater o tema “Marca-País” como estratégia de internacionalização de empresas.

Intitulado “Marca-País: Qual a vantagem competitiva?”, o evento organizado pela Cátedra Fiesp-Sorbonne Globalização e Mundo Emergente contou pela manhã com a participação de Almir Lima Nascimento, Conselheiro Comercial da Embaixada do Brasil em Paris, de Paulo Nassar, Presidente da Aberje (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial) e Professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), e de representantes da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM): Geraldo Alonso, Diretor do Instituto Cultural da ESPM, Ricardo Zagallo, Diretor do Centro de Altos Estudos da ESPM (CAEPM) e Vivian Strehlau, professora da instituição.

Almir Lima Nascimento (Embaixada do Brasil em Paris), Mario Frugiuele (FIESP), Nadia Jacoby (Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne) e Geraldo Alonso (ESPM). Foto: Ricardo Esteves/Divulgação

No intuito de conceituar a Marca-País, o Conselheiro Almir Lima Nascimento fez uma análise histórica do tema focando no papel da diplomacia brasileira na construção de uma imagem do Brasil. Em seguida, Paulo Nassar e a ESPM apresentaram a visão da academia sobre o tema, em que a ESPM mostrou o resultado de pesquisas empíricas sobre como a Marca-País é utilizada pelas empresas e distribuiu aos convidados sua publicação “Brasil: Múltiplas Identidades”.

Pela tarde, empresas brasileiras e francesas – EMBRAER, Carmem Steffens e Casino – representadas por Luiz Fuchs, Presidente da EMBRAER Europa, Eric Portelli, Diretor Europa e Oriente Médio da Carmen Steffens e Rafael Russowsky, Diretor de Desenvolvimento Corporativo do Casino debateram a importância da Marca-País no processo de internacionalização de empresas a partir de suas experiências no mercado internacional.

Anfiteatro Turgot na Sorbonne, o mesmo anfiteatro onde Oliveira Lima, Ministro do Brasil em Bruxelas, proferiu 12 palestras sobre o Brasil em 1911. Foto: Ricardo Esteves/Divulgação

A conferência teve repercussão positiva entre o público e o interesse dos empresários por pesquisas empíricas em relação ao tema foi expressivo, indicando não apenas a atualidade do tema Marca-País, mas também a necessidade crescente de se compreender o papel dela na internacionalização de empresas brasileiras.