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Boas práticas na relação entre sustentabilidade e energia são apresentadas no conselho

Convidado foi o diretor de meio ambiente corporativo da CPFL, Rodolfo Nardez Sirol

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Nesta quarta-feira (30/07), o Conselho Superior de Meio Ambiente (Cosema) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou sua 116ª reunião. Para falar do tema “Sustentabilidade e energia”, o convidado do encontro foi o diretor de meio ambiente corporativo da CPFL Energia, Rodolfo Nardez Sirol. A reunião foi coordenada pelo presidente do Cosema, Walter Lazzarini.

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É importante incluir incluir a sustentabilidade no planejamento da empresa, disse Rodolfo Nardez Sirol (segundo da esquerda para a direita) ao lado do presidente do Cosema, Walter Lazzarini. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O especialista iniciou sua apresentação falando sobre a importância de incluir a sustentabilidade no planejamento da empresa. “O desafio do profissional de meio ambiente é ser entendido como partícipe do negócio e gerador de resultados”, destacou.

“A gente sabe que se a pessoa de sustentabilidade chega quando o projeto já está concebido, ele só vai gerar custo e atraso na obra. Por outro lado, se esse profissional ou a equipe ligada ao tema chega na fase de concepção e participa da fase de planejamento, estabelecendo premissas e condições básicas, ele passa a ser um gerador de valor.”

No caso específico da CPFL, a sustentabilidade está na missão, na visão, nos princípios e no posicionamento de marca, além de fazer parte do planejamento estratégico da empresa. Cada unidade de negócio tem iniciativas estratégicas específicas para a sustentabilidade. Mas o diretor destaca a importância de oferecer tangibilidade de valor.

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Sirol: para ser sustentável, empresa tem necessidade de se reinventar a todo momento. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

“Para dar um exemplo, um dos novos negócios da CPFL é uma cadeia reversa. Como a empresa precisa ampliar seu parque e trocar equipamentos, como poste, fiação, isolador, transformador, pneu, óleo, o que pode ser encarado como descarte de resíduos, que tem uma política específica”, explicou Sirol. “Mas a gente entendeu como negócio em que tudo que é possível vai ser recolocado na rede. E o que pode ser reciclado também será. Essa empresa já está gerando R$ 1 milhão por mês.”

O executivo afirmou que o objetivo da empresa é ser referência mundial em sustentabilidade. “Os fatores que garantiram o sucesso da CPFL no passado não garantirão seu sucesso nem no presente, muito menos no futuro. Por isso a necessidade de se reinventar a todo momento e fazemos isso por meio dos nossos pilares: valorização das pessoas, excelência, adoção das melhores práticas de gestão e criação de valor sustentável.”