imagem google
Início do conteúdo

Benjamin Steinbruch questiona: “Recessão, pra quê?”

Em artigo no jornal Folha de S.Paulo, o 1º vice-presidente da Fiesp alerta sobre o risco de um arrocho monetário contribuir para “esfriar” ainda mais a economia

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1537926393Apesar das inúmeras ameaças conjunturais e crises, o Brasil é um dos países que continua a gerar empregos. Porém, segundo o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, tal realidade pode ser terrivelmente alterada se o país decidir por manter uma linha econômica mais conservadora.

Em artigo no jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (25/02), Steinbruch classifica como “algo muito grave” a ideia de que o Brasil precisa adotar austeridade fiscal e arrocho monetário. Para ele, é preciso, sim, continuar a implementar medidas para incentivar o crescimento econômico.

Steinbruch ratifica a imporância de se frear os gastos públicos. Contudo, se o arrocho for feito de forma indiscriminada poderá ser desastroso e refletir negativamente nas áreas sociais, nos investimentos produtivos e no emprego.

O empresário relembra que, a despeito de todas turbulências vividas, o Brasil tem conseguido gerar empregos e acredita que esse foco deve ser mantido para se garantir a saúde econômica e paz social. E conclui o artigo com um alerta:

“O Brasil atravessou até agora toda a crise global, que já dura seis anos, sem que essa desventura atingisse os brasileiros. Mas, se prevalecer o pensamento conservador, infelizmente, caminharemos para isso. As manifestações públicas que temos visto ultimamente nas ruas nem de longe se assemelham às que provavelmente virão no dia em que o país passar a viver um cenário de desemprego.”

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo (sob sistema paywall)