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Alunos do Sesi-SP conquistam segundo lugar em torneio internacional de robótica

Estudantes ainda conquistaram o primeiro lugar no quesito Desafio do Robô e o segundo lugar em Desempenho do Robô. Outras cinco equipes do SESI-SP disputaram torneios de robótica no Canadá e na Espanha.

Agência Indusnet Fiesp

Alunos da Escola Sesi de Itapetininga, no interior paulista, alcançaram a segunda colocação na pontuação geral do torneio de robótica First Lego League (FLL) International Open 2014, disputado entre 4 e 7 de julho na cidade de Toronto, Canadá. Formado por oito alunos, o time do Serviço Social da Indústria de São Paulo ( Sesi-SP), batizado como Itaperobota, também conquistou o primeiro lugar no quesito Desafio do Robô e o segundo lugar em Desempenho do Robô.

Segundo o técnico da equipe, Aldo de Lima Ricardo, os resultados premiam o esforço de um ano inteiro. “Para os alunos, é um grande aprendizado. Tudo o que conquistamos é fruto do trabalho de meninos e meninas que se dedicaram o ano todo”, afirma.

Além dos alunos de Itapetininga, a equipe Sesi Jedi’s, de Jundiaí, também participou da competição realizada no Canadá.

Os alunos do Sesi-SP de Itapetininga comemoram as conquistas de Toronto. Foto: Divulgação

Os alunos do Sesi-SP de Itapetininga comemoram as conquistas de Toronto: esforço. Foto: Divulgação


Na Espanha

Na semana anterior, outras quatro equipes do Sesi-SP disputaram o FLL Open European Championship 2014, entre 28 e 31 de maio, em Pamplona, Espanha. Na categoria Apresentação de Pesquisa, o segundo lugar ficou com equipe Sesi Fênix, de Bauru, e a terceira colocação, para o Sesi Cyberzukas, de Valinhos. O terceiro lugar no quesito Inspiração foi para o time Sesi Ironbot, de Álvares Machado.

As etapas internacionais reuniram os melhores competidores do mundo, que passaram por várias eliminatórias nos países de origem. Para a atual temporada, que teve como tema Nature’s Fury (Fúrias da Natureza), os alunos criaram um projeto inovador, capaz de ajudar uma comunidade a se preparar, permanecer segura ou se reconstruir em um cenário de desastre natural, como tornados, tempestades, terremotos, tsunamis, enchentes e deslizamentos de terra.

Em cada uma das etapas, o projeto passa por uma banca examinadora, que avalia o processo de pesquisa, a apresentação dos conceitos e a inovação do trabalho. Também são avaliados requisitos como core values (inspiração e trabalho em equipe) e o projeto do robô (design, programação e estratégia do robô e inovação).

Além da avaliação teórica e da apresentação do projeto geral, as equipes participam do Desafio do Robô, que no Canadá teve como campeões os alunos de Itapetininga. O objetivo do desafio é construir e programar um robô autônomo para cumprir algumas missões específicas em apenas dois minutos e meio.

Incentivo à criatividade

 Na metodologia utilizada no Sesi-SP, as crianças são estimuladas a desenvolver competências e habilidades para a aplicação da ciência, desmistificando o uso da tecnologia na vida moderna. Os trabalhos na área de robótica são desenvolvidos em sala de aula e supervisionados por analistas de suporte em informática.

O torneio tem como parceira a organização norte-americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (FIRST), fundada em 1989 para estimular o ensino e a prática da ciência e da tecnologia entre os jovens.

Mundialmente, a entidade congrega mais de 212 mil estudantes, 19,5 mil times, 17,5 mil robôs, 57 mil mentores e 33 mil voluntários.

Para saber mais sobre as equipes de Robótica do Sesi-SP, acesse: facebook.com/roboticasesi