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A Costureira leva o riso aos teatros do Sesi-SP no interior

Espetáculo com a palhaça suíça Gardi Hutter será exibido ao longo do mês de maio nas cidades de Birigui, Marília, Araraquara e Rio Claro

Agência Indusnet Fiesp            

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) iniciou, nos dias 02 e 03 de maio, em São José do Rio Preto, com o espetáculo A Costureira, a apresentação do projeto Sesi Montagens Internacionais, nova modalidade teatral oferecida pela instituição. A peça, com entrada gratutita, é encenada pela palhaça suíça Gardi Hutter e agora seguirá para as cidades de Birigui, Marília, Araraquara e Rio Claro. Para conferir a programação completa, só clicar aqui.

A Costureira nasceu do desejo de Gardi de montar um espetáculo no qual pudesse abordar a relação entre o destino e a morte como um jogo. O monólogo é dirigido por Michael Vogel, ator e diretor da companhia alemã Familie Flöz.

“O público irá se divertir com Gardi Hutter, uma mulher que conquistou o seu espaço como palhaça, papel historicamente ocupado por homens, e tornou-se uma das grandes referências internacionais”, enfatiza Maristela Teodoro de Sá, analista de Projetos Culturais do Sesi-SP.

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Gardi em cena: destino e morte vistos como um jogo. Foto: Divulgação


A Costureira estreou em outubro de 2010, na Suíça e, desde então realizou aproximadamente 500 apresentações na Europa. A turnê brasileira, produzida pela Périplo Produções começa com 10 apresentações no projeto Sesi Montagens Internacionais.

A palhaça

Gardi Hutter nasceu na Suíça, em 1953. Palhaça, mímica e atriz, com mais de 30 anos de carreira, Gardi Hutter é uma referência na área. Outros dois espetáculos com a sua assinatura já passaram pelo Brasil: Joana DArpo e O Ponto.

Autora de suas próprias peças, teve como principais inspirações Charlie Chaplin e Buster Keaton. Formada pela Academia de Artes Dramáticas em Zurique, aprimorou seus estudos no Centro di Ricerca per il Teatro em Milão (Itália).

A atriz recebeu diversos prêmios culturais na Suíça, Alemanha e França. Em 2007, ganhou o grande prêmio do Festival Internacional Fringe de Nova York, considerado um dos mais importante festivais de artes performáticas do mundo. Suas turnês passaram por 32 países, com mais de 3.000 apresentações.

Gardi explica que a comunicação com o público em A Costureira é feita de modo “emocional”. “Mímica é uma linguagem internacional, todo mundo entende. A comunicação não é feita através das palavras, mas do corpo”.

Mulher numa área dominada pelos homens, ela conta que, há 30 anos, quando começou, o público queria muito uma mulher cômica. “No meu primeiro espetáculo,Joana Valente, as pessoas diziam ‘ah, finalmente!’. Isso está ligado também à emancipação das mulheres. Por que antes era proibido rir da gente?”, questiona.

Animada com a temporada nos teatros do Sesi-SP, a artista conta que A Costureira é um espetáculo acessível a todos, “não apenas o público clássico”.

Serviço

Locais: Teatros do Sesi-SP em Birigui, Marília, Araraquara e Rio Claro

Quando: Ao longo do mês de maio

Duração: 70 minutos

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Modalidade: Juvenil/ adulto

Gênero: Comédia

Entrada gratuita: Os ingressos podem ser reservados pela internet. As reservas são liberadas para as apresentações que acontecem na mesma semana a partir de segunda, às 12h, até quarta, às 17h. Só acessar: http://www.sesisp.org.br/meu-sesi

Mais informações: http://www.sesisp.org.br/cultura/teatro/a-costureira.html