Apresentações realizadas na Reunião extraordinária do Cosag | 05.12.2016

O Brasil deve mirar a Ásia, que hoje responde por mais de 50% da demanda do agronegócio brasileiro; a China sozinha representa mais de 25%. Com esses números robustos, é preciso coligar os setores produtivos em duplo esforço de ampliação de acesso aos mercados internacionais e de mudança da imagem da agricultura brasileira. A afirmação partiu de Roberto Jaguaribe, presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que fez exposição no Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp (Cosag), em reunião nesta segunda-feira (5/12) cujo tema central foi a imagem e a comunicação do agronegócio. Opinião concordante tem Marcos Sawaya Jank, consultor internacional de agronegócio e VP da assessoria corporativa da BRF Ásia-Pacífico. “O governo está alinhadíssimo, diferente do que ocorria no governo anterior, mas é preciso organizar o setor privado”, disse, reforçando que é preciso mudar a geografia da representação, ou seja, o Brasil é exportador de commodities e não player.

Na mesa de discussões também esteve presente o CEO da agência publicitária Lew’Lara/TBWA, Luiz Lara. Para ele, a comunicação deve alavancar a categoria de produtos e serviços e “devem se criar marcas no mercado interno, mas também marcas globais”.

 

Para visualizar ou salvar as apresentações da Palestra, acesse os títulos abaixo:

– Imagem e Comunicação do Agronegócio Brasileiro no Exterior – Marcos S. Jank.

– O Agronegócio Brasileiro – Comunicação, Oportunidades e Tendências – Luiz Lara.

 – O Salão Internacional da Agricultura (SIA) e a Competição Geral Agrícola (CGA) – Brieuc Pont.