Paulo Skaf se reúne com empresários de Jundiaí e Bragança Paulista


O encontro será em Jundiaí, nesta sexta-feira (10/4), às 14h30, na sede do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo - Ciesp


Paulo Skaf, presidente da Fiesp, do Ciesp e do Sebrae-SP, debaterá com empresários, a terceirização, a situação econômica atual e o baixo desempenho da indústria brasileira.

De acordo com o Skaf, a regulamentação da terceirização deverá gerar 700 mil empregos/ano em São Paulo e mais de 3 milhões no Brasil. O líder empresarial defende a aprovação do Projeto de Lei, já que ele não tira nenhum benefício da classe trabalhadora.

"Com a terceirização regulamentada no Brasil, acabará a insegurança jurídica, aumentará a competitividade e certamente teremos mais empregos. Atualmente temos quase 1 milhão de empresas prestadoras de serviços, que geram cerca de 15 milhões de empregos formais. No entanto, a falta de regulamentação traz riscos para as empresas", alega.

Pesquisas

Na segunda-feira (6/4), o Centro e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - Ciesp e Fiesp, divulgaram pesquisas sobre terceirização, uma junto a 800 trabalhadores e outra com 235 indústrias de diferentes portes e segmentos.

Segundo o levantamento, a terceirização é aprovada por 83,8% dos trabalhadores e por 92,1% das indústrias do estado de São Paulo.

Desonerações

Outro tema que será abordado no encontro com os empresários é a  desoneração da folha de pagamento. Para Skaf, o aumento do imposto de 1% sobre o faturamento para 2,5%, e dos 2% atuais para 4,5%, proposto pelo governo não resolve o problema das contas públicas.

"Não houve favor nenhum do governo em reduzir taxas, pois no Brasil paga-se quase 37% do PIB de impostos. No ano passado, os governos federal, estadual e municipal arrecadaram mais de R$ 1 trilhão de impostos. Se taxar fosse a solução, o país seria perfeito, porque há 60 anos a carga tributária era 10% do PIB, há 20 anos era 25% e hoje é 37%".

Pis/Cofins

Outro assunto que também está na pauta da Fiesp e do Ciesp é a questão da junção do Pis/Cofins que está sendo estruturada no governo e que vem sendo analisada de perto pelas entidades. "Uma coisa é juntar dois impostos, outra é, na hora de juntar, aumentar a carga tributária, como ocorreu quando acabou a cumulatividade do Pis/Cofins, uma arrecadação R$20 bilhões ao ano", afirmou Skaf.

Atenção Imprensa: O encontro será fechado, mas cinegrafistas e fotógrafos poderão fazer imagens no início da reunião, às 14h30. Ao final, Paulo Skaf concederá entrevista.

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8 de abril de 2015