Fiesp e Sorbonne firmam acordo de cooperação científica

Parceria inédita dá início em temas como globalização e mundo emergente


A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Universidade de Paris 1 Pantheon – Sorbonne lançaram, este mês, acordo de cooperação científica, intitulada Cátedra “Globalização e mundo emergente Fiesp – Sorbonne”. É a primeira vez que a Instituição fecha acordo com uma federação fora da Europa. Na ocasião, participaram do lançamento o 2º diretor secretário da Fiesp, Mario Eugenio Frugiuele, Guillhermo Hillcoat, coordenador do programa em Paris, Nadia Jacoby, 1º vice-reitora da universidade francesa e Jean-Marc Bonnisseau, 2º vice-reitor.

Para Mario Eugenio, as expectativas são as melhores. “É um trabalho conjunto da academia com o setor privado. Esperamos que, dentro do tamanho e da força das duas entidades, os projetos sejam tão importantes quanto isso”, afirma Frugiuele.

Com duração de três anos, a cátedra prevê treinamento e capacitação de pessoas, em temáticas como relações de trabalho, desindustrialização, arquitetura sustentável, agronegócio, infraestrutura e meio ambiente. Poderão ser inscritos projetos de diferentes formatos, como cursos, workshops e pesquisa acadêmica, por exemplo. Os participantes receberão um certificado com a chancela da Sorbonne e da Fiesp.

Para implementar a iniciativa, a entidade e a Instituição já iniciaram o processo para convidar os interessados em apresentar projetos. A Sorbonne convidando equipes de pesquisa e a Fiesp instituições de ensino superior e entidades privadas. A ideia é obter de 10 a 12 trabalhos por ano.

O acordo inédito para a Sorbonne insere a Universidade em uma esfera mais globalizada. “Queremos ampliar o relacionamento com o setor privado para além das fronteiras nacionais”, afirmou Nadia Jacoby, 1º vice-reitora.

 


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