Sou Contra a CPMF


A Mobilização

No final de 2007, foi extinta a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), também conhecida como “imposto do cheque”. Tal vitória foi uma conquista para toda sociedade brasileira

A Fiesp fez o alerta sobre esse tributo pago por todos brasileiros e que nasceu para ser provisório, porém já durava mais de uma década, com recorrentes renovações.

Além de um desrespeito ao cidadão, a CPMF se provou desnecessária, já que o governo vinha comemorando seguidos aumentos de arrecadação tributária.

No ano de 2009, a Fiesp repudiou uma tentativa de se criar uma “nova CPMF”, a Contribuição Social para a Saúde (CSS).

A Fiesp e o Ciesp defendem, há anos, a necessidade de reforma tributária. As entidades da indústria são contrárias à criação de novos tributos, e defendem a necessidade eficiência na gestão pública, a eliminação de gargalos burocráticos e diminuição de gastos públicos.


Trajetória da Campanha


Mai.2007


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Departamento de Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp apresenta estudo Por que a CPMF é um problema para o Brasil? em que apresenta razões contundentes para se extinguir esse imposto.

A Fiesp e o Ciesp realiza mobilização em várias cidades, com intuito de sensibilizar a população e autoridades sobre a importância de se extinguir a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o “imposto do cheque”.

Foram realizadas caminhadas nas ruas e coleta de assinaturas em favor do fim do imposto.

MOBILIZAÇÕES NAS RUAS
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Centro de São Paulo Presidente Prudente Campinas

Resultado dessa ação, foram as Frentes Parlamentares apoiando a derrubada da CPMF criadas em Câmaras Municipais e na Assembleia Legislativa.


Jun.2007


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Lançamento da Frente Parlamentar contra a CPMF


No dia 28 é feito o lançamento da Frente Parlamentar Contra a CPMF e Pela Redução da Carga Tributária Brasileira no auditório Teotônio Vilela da Assembleia Legislativa.

O presidente da Fiesp participa do encontro que reuniu parlamentares e diversos representantes de entidades da sociedade civil.



Ago.2007


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Encontro do movimento Sou Contra a CPMF no Teatro do Sesi-SP


Dia 6 – Mais de 300 pessoas, entre representantes de entidades e parlamentares de 40 municípios paulistas, integrante da Frente Estadual de Vereadores, reuniram-se na Fiesp para apoiar a campanha para derrubar a CPMF.

Na esplanada do edifício-sede, computadores foram instalados para que os manifestantes aderissem eletronicamente à campanha, que já contabiliza mais de 450 mil assinaturas.


“Ouço dizer que o governo não pode abrir mão da CPMF porque alguns setores sociais seriam prejudicados. Não somos contra os projetos sociais, mas eles não aparecem”. 

Paulo Skaf, Presidente da Fiesp






Out.2007


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Apresentação em Audiência Pública

Dia 31 – Em Audiência Pública sobre a PEC 89/2007, na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania no Senado Federal, presidente da Fiesp, Paulo Skaf, apresenta análise de que o fim da CPMF não compromete despesas no orçamento de programas sociais de 2008.

Ele enfatizou que ganhos de eficiência que podem ser obtidos com a melhor utilização dos recursos.



Ao final da Cessão ele entregou um abaixo-assinado com 1,3 milhão de assinaturas de pessoas que são a favor do fim da CPMF.

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Paulo Skaf entrega 1,3 milhão de assinaturas em audiência pública contra a CPMF



Nov.2007


Com base nos dados disponibilizados pela Receita Federal, Banco Central do Brasil e Fundação Seade, Fiesp realiza e divulga a estimativa de arrecadação da CPMF gerada em cada Município paulista. 


Dez.2007


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Dia 13 – A grande vitória. 

Plenário do Senado rejeitou, por 45 votos contra 34, a proposta de prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

O impostou deixou de ser cobrado a partir de janeiro de 2008.



Dez.2008


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Fiesp divulga estudo sobre Adequação do Orçamento Federal após o Fim da CPMF.


Jul.2009


Dia 16 –  Em entrevista à emissora de rádio CBN, Paulo Skaf, Fiesp manifesta-se contrária à aprovação a CSS, considerada uma “nova CPMF”.


Ago.2009


Dia 27 – Durante a Reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), realizada em Brasília, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, solicitou ao Ministro da Saúde e lideranças na Câmara que barrem criação de novo imposto para saúde.

“A CSS é um absurdo. A sociedade não quer a criação de mais um imposto. É fundamental que mais recursos sejam destinados a esse fim. Mas há outras formas. É preciso melhorar a gestão da saúde no País. A sociedade quer qualidade no serviço público.”

Paulo Skaf, Presidente da Fiesp


Nov.2010


Dia 5 – Em Nota Oficial, a Fiesp manifesta-se contra a CSS, que seria uma recriação da CPMF. A entidade declara que a sociedade brasileira quer a redução da carga tributária e melhora na qualidade nos serviços públicos.

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Dia 8 – O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, critica duramente a criação de novos tributos, durante a abertura do Congresso da Indústria 2010.




Set.2010


Dia 3 – A Fiesp mais uma vez chama a atenção da sociedade para dizer não à criação ou recriação de qualquer tipo de imposto. O assunto voltou à tona durante a campanha Presidencial de 2010, quando alguns parlamentares e executivos da base aliada do governo alertaram para a necessidade de recriar a CPMF, a fim de inflar o orçamento da União para a saúde.


Dia 9 – Em nota oficial, a Fiesp declare que, assim como a maioria esmagadora da sociedade brasileira, é absolutamente contrária à criação de novos impostos ou contribuições, que oneram ainda mais os setores produtivos, os trabalhadores e as famílias do País. Também divulgou estudo que demonstrou qual foi o Impacto da CPMF na Economia.


Imagens da Mobilização