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Presidente do INPI defende sistema efetivo de propriedade intelectual
Novo sistema pode atrair parcerias para o mercado de tecnologia e inovação brasileiro
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Da esq. p/ dir.: Jorge Ávila e José Fernando Perez, durante evento na Fiesp |
Durante reunião do Conselho Superior de Tecnologia e Competitividade (Contec) da Fiesp, nesta sexta-feira (13), o palestrante Jorge Ávila, presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) defendeu a adoção de um sistema de propriedade intelectual que garanta segurança para indústria de tecnologia do País.
Não há ainda no Brasil segurança jurídica da propriedade intelectual. O desafio que o País enfrenta é criar, de fato, um sistema que confira esta segurança, analisou o palestrante.
Ávila também destacou a necessidade de segurança no desenvolvimento das tecnologias e que seja capaz de cobrir as relações de contribuição entre as indústrias nacional e internacional.
Não dá para imaginar que a inovação possa acontecer se não houver segurança para colaboração também entre atores que operam no Brasil e atores internacionais.
Para o presidente do INPI, a presença do governo na configuração de um sistema de propriedade intelectual é fundamental. No momento em que a gente alia a expectativa da indústria com a do governo, não pode ter essa visão tão restrita da propriedade intelectual. E completou: A constituição política é muito importante para decidir o sistema que interessa à indústria.
Parceira
O diretor-titular adjunto do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, Pierangelo Rossetti, propôs um convênio entre a federação e o INPI com o objetivo de levar as demandas da indústria relacionadas a propriedade intelectual ao Governo.
Ávila elogiou a iniciativa e convidou os representantes da Fiesp ligados ao tema para conhecer o planejamento estratégico adotado pela instituição.
Veja a íntegra da palestra do presidente do INPI.
Alice Assunção e Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp
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