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São Paulo - 23/02/2010


Site que mapeia mão de obra já registra mais de 8 mil acessos

Ferramenta agora será apresentada aos Conselhos Consultivos e Diretorias Regionais no Estado

Em operação há menos de 30 dias, o Sistema de Informações do Capital Humano – ferramenta criada pelo Departamento de Ação Regional (Depar), da Fiesp – já registra mais de 8 mil acessos. A informação foi dada nesta manhã (23), em apresentação do projeto para diretores regionais.

“A ferramenta permite que indústria e as próprias agências de formação profissional possam mensurar corretamente as demandas e oferta de mão de obra”, comentou Alexandre Serpa, diretor-titular do Depar II (que inclui 29 Diretorias Regionais fora da Grande São Paulo).

A proposta agora, segundo Serpa, é apresentar a ferramenta às Diretorias Regionais, particularmente aos conselhos consultivos Sesi/Senai vinculados a essas diretorias. “De posse dessas informações, nossos conselheiros poderão enxergar e mensurar, com mais precisão, o perfil da mão de obra que a indústria deverá empregar”, assinalou o diretor.

Resultados do COP 15 e Núcleo de Design

A reunião mensal de Diretorias teve exposição de dois convidados especiais. Na primeira conferência, o coordenador de Design do Núcleo de Tecnologia do Couro e do Calçado de Franca, professor Julius Pimenta, informou que a Escola está apta a oferecer curso de Design em nível superior. “O Núcleo dispõe de recursos completos para oferecer o melhor curso de Design em Calçados para profissionais da moda”, afirmou o professor.

Na segunda exposição, o especialista em meio ambiente, Marco Antônio Caminha, apresentou os resultados práticos da COP-15 (conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas realizada em dezembro passado, em Copenhague, na Dinamarca) e os efeitos na indústria. Segundo ele, os conteúdos dos debates estão sendo disseminados no âmbito do DMA e demais departamentos da Casa.

“A Fiesp deve ser a aglutinadora dessas informações para assessorar devidamente as indústrias, tanto em termos tecnológicos quanto de financiamento, nos novos processos que elas terão de adotar para reduzir suas emissões”, afirmou Caminha.

Rubens Toledo, Agência Indusnet Fiesp

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