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Sou contra a CPMF
São Paulo - 8/11/2007

Estudo mostra estimativa de arrecadação do tributo em cada município paulista

Levantamento da Fiesp baseia-se em dados da Receita Federal, Banco Central e Fundação Seade

Embora seja recolhido por todos os cidadãos, direta ou indiretamente, a Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) não tem efeito distributivo. Tudo o que se arrecada com o imposto fica nos cofres da União, sem nenhum retorno para os estados e municípios. 

Com base nos dados divulgados pela Receita Federal e o Banco Central do Brasil, disponibilizados pela Fundação Seade, o Departamento de Ação Regional (Depar) e o Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) acabam de divulgar um estudo mostrando a estimativa de quanto cada um dos municípios paulistas recolhe, via CPMF, aos cofres da União.

Em 2006, o estado de São Paulo arrecadou, por esse imposto, um total de R$ 20,2 bilhões. Depois de São Paulo, que contribuiu com R$ 15,3 bilhões, entre os municípios que mais recolheram CPMF no ano aparecem Osasco (R$ 1,6 bilhão), Campinas (R$ 313 milhões), Ribeirão Preto (R$ 151,8 milhões), São Bernardo do Campo (R$ 157 milhões), Santos (R$ 138,2 milhões), São José dos Campos (109,9 milhões) e Guarulhos (R$ 79 milhões).

Os municípios de Caiabu e Santa Mercedes, com menos de R$ 50 mil, são os que menos arrecadaram CPMF. Para 71 municípios, os números não estão disponíveis. Clique aqui para ver a íntegra do estudo.

Rubens Toledo, Agência Indusnet Fiesp
 
 
 
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